Cursos de Oratória e criatividade: esse assunto dá o que falar.
Recentemente, tenho dado muitos cursos de oratória e sobre esse assunto tenho muito a falar, com o perdão do trocadilho. São cursos, aulas, mentorias, parcerias, sempre sobre o mesmo assunto. O que fazer quando se sobe ao palco. Ou quando a rua vira seu palco e você precisa fazer um rápido pitch com quem acabou de encontrar ao acaso?
Aos curiosos de plantão, a palavra pitch surgiu nos Estados Unidos, nos áureos anos 70 quando cineastas precisavam ser ágeis na venda de seus roteiros/produtos culturais. Afinal, o magnata ou futuro investidor poderia ser seu companheiro de elevador nos famosos arranha-céus de Los Angeles – ou outro lugar de igual fama. Ser rápido, seguro, sagaz era questão de sobrevivência. Afinal, como se diz lá em Minas, “cavalo selado não passa duas vezes”, referindo-se às oportunidades perdidas.
Felizmente, a vida me ensinou que um cavalo passa selado algumas vezes. E se não passar o cavalo virá o bonde, o uber, o patinete elétrico, o metrô. A cada porta fechada, janelas se abrem, desde que a mente, igualmente aberta, esteja disposta a aprender. Então vamos aos pequenos aprendizados do dia:
*O que faço quando fui infeliz na minha fala?
A primeira dica prática é: verifique se essa impressão é compartilhada ou se é uma percepção apenas sua. Quando dou essa dica, volta e meia alguém me diz. “Nossa, fui pedir desculpas por um deslize na minha fala e a pessoa me disse que não sabia do que eu estava falando.” Sim, caro amiga e cara amiga, nem todas as pessoas prestam 100% de atenção nas coisas que dizemos. Então pormenores costumam passar, fique tranquilo. E as coisas mais vultuosas, aí sim, todos saberemos. Costumam ter reações rápidas, expressões, réplicas. Aí sim cabe um pedido formal de desculpas. Use a CNV (Comunicação Não-Violenta) para se desculpar:
a) Diga o que está vendo
b) Expresse a sua necessidade de perdão
c) Fale dos sentimentos
d) Faça o pedido
E você? Já vivenciou uma situação em que pensou ter sido infeliz na sua fala mas ninguém percebeu?
Recentemente, tenho dado muitos cursos de oratória e sobre esse assunto tenho muito a falar, com o perdão do trocadilho. São cursos, aulas, mentorias, parcerias, sempre sobre o mesmo assunto. O que fazer quando se sobe ao palco. Ou quando a rua vira seu palco e você precisa fazer um rápido pitch com quem acabou de encontrar ao acaso?
Aos curiosos de plantão, a palavra pitch surgiu nos Estados Unidos, nos áureos anos 70 quando cineastas precisavam ser ágeis na venda de seus roteiros/produtos culturais. Afinal, o magnata ou futuro investidor poderia ser seu companheiro de elevador nos famosos arranha-céus de Los Angeles – ou outro lugar de igual fama. Ser rápido, seguro, sagaz era questão de sobrevivência. Afinal, como se diz lá em Minas, “cavalo selado não passa duas vezes”, referindo-se às oportunidades perdidas.
Felizmente, a vida me ensinou que um cavalo passa selado algumas vezes. E se não passar o cavalo virá o bonde, o uber, o patinete elétrico, o metrô. A cada porta fechada, janelas se abrem, desde que a mente, igualmente aberta, esteja disposta a aprender. Então vamos aos pequenos aprendizados do dia:
*O que faço quando fui infeliz na minha fala?
A primeira dica prática é: verifique se essa impressão é compartilhada ou se é uma percepção apenas sua. Quando dou essa dica, volta e meia alguém me diz. “Nossa, fui pedir desculpas por um deslize na minha fala e a pessoa me disse que não sabia do que eu estava falando.” Sim, caro amiga e cara amiga, nem todas as pessoas prestam 100% de atenção nas coisas que dizemos. Então pormenores costumam passar, fique tranquilo. E as coisas mais vultuosas, aí sim, todos saberemos. Costumam ter reações rápidas, expressões, réplicas. Aí sim cabe um pedido formal de desculpas. Use a CNV (Comunicação Não-Violenta) para se desculpar:
a) Diga o que está vendo
b) Expresse a sua necessidade de perdão
c) Fale dos sentimentos
d) Faça o pedido
E você? Já vivenciou uma situação em que pensou ter sido infeliz na sua fala mas ninguém percebeu?

Consultora na área de criatividade, professora, escritora, palestrante e redatora publicitária. Apreciadora de histórias.